sábado, 6 de julho de 2013

China Mobile é maior operadora móvel do mundo, para GSMA

Com um mercado proporcional ao tamanho da sua população, a China é, naturalmente, um país com grande demanda para acessos móveis.

Uma prova disso é que o ranking da GSM Association (GSMA) indica que as únicas operadoras a registrarem crescimento de receita acima de dois dígitos no último ano foram a China Unicom e a China Telecom, fazendo com que o país asiático continue na posição de maior mercado móvel do mundo.

De acordo com o relatório, que considera peso igual para receitas e base de acessos, a maior operadora do mundo é justamente a China Mobile, com US$ 90,44 bilhões em faturamento anual e 726,31 milhões de acessos.

A segunda posição é do grupo Vodafone, com US$ 54,50 bilhões em receita e 381,75 milhões de conexões; seguido pelo Grupo América Móvil (controlador da Claro, Net, Embratel e Star One no Brasil), com US$ 34,53 bilhões de receitas e 262,91 milhões de acessos; e pelo Grupo Telefónica (controlador da Telefônica/Vivo no Brasil), com US$ 46,84 bilhões e 247,31 milhões de conexões.
A China Unicom subiu duas posições em relação ao ano passado, chegando agora à quinta posição e passando a Verizon e a VimpelCom (holandesa). A China Telecom também cresceu e foi para o 11º lugar, acima da Deutsche Telekom e do MTN Group (africano).

No entanto, o mercado não está com a saúde tão boa. As receitas combinadas de todos os 20 grupos de telecomunicações do ranking diminuiram 0,1%. A Telecom Italia, controladora da TIM Brasil, ficou em 15º lugar ao apresentar queda de 10% na receita na comparação com o ano anterior. O desempenho só não foi pior do que o das japonesas NTT Docomo e au/KDDI, ambas com recuo de 17%.

De acordo com a GSMA, o ranking será em breve afetado por mudanças e fusões, como a da norte-americana Sprint com a japonesa SoftBank. O levantamento afirma que as duas juntas ficariam na 15ª posição, principalmente por conta da combinação de receitas. Atualmente, a Sprint sozinha está em 17º e a SoftBank em 28º.

Fonte: Exame

Política contra pirataria pode afetar celulares importados

A determinação da Anatel de combater a base de celulares piratas com um sistema nas operadoras para identificar os dispositivos não-homologados deveria se restringir a aparelhos ainda não certificados no Brasil, mas o problema parece ser maior.

Segundo fonte da agência, mesmo um handset já lançado e homologado no País poderia ser identificado como ilegal pelo sistema, caso tenha sido comprado no exterior. Isso aconteceria porque é comum a adoção de TACs (números de identificação do modelo do aparelho) diferentes de acordo com o mercado para onde são distribuídos.

Isso promoveria o desligamento de dezenas de milhares de dispositivos que tenham sido comprados legalmente por brasileiros no exterior ou mesmo de turistas em visita ao País a partir de 2014.
Segundo essa fonte, o problema já teria sido informado ao Minicom, que estaria mantendo silêncio sobre a questão. Agora, a Anatel ainda espera o resultado de um Grupo de Trabalho (GT) que, além de estar identificando a base no Brasil desses celulares não-homologados, faria uma avaliação técnica para decidir como separar o joio do trigo, ou se isso sequer é possível.

Sem essa distinção, dispositivos importados, mas que entraram legalmente no País, teriam o acesso às redes das operadoras impedido. A fonte chega a considerar que o problema atingiria até mesmo estrangeiros em permanência longa no Brasil, de três meses, por exemplo.

Outro desafio seria identificar os TACs clonados. Grande parte dos celulares piratas copia esse número de identificação de dispositivos legítimos. A fonte da Anatel afirma que mesmo as plataformas nas operadoras que identificam os TACs não poderiam diferenciar entre dois aparelhos com um mesmo número.

A questão é que, reconhecidamente, o funcionamento de aparelhos irregulares pode interferir na rede ou proporcionar uma experiência inferior ao usuário. Por isso mesmo, o GT estaria consultando as operadoras móveis para verificar uma saída técnica.

Fonte: Exame

Com novos canais conteúdo nacional dobra na TV paga

O Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA), da Ancine, publicou no final de junho dois importantes estudos sobre o mercado audiovisual: o Informe de Acompanhamento de Mercado de TV Paga e o Informe de Acompanhamento de Mercado de TV Aberta.

Sobre TV por assinatura, o OCA traz uma análise da evolução do serviço no Brasil, sobretudo após a aprovação da Lei 12.485/11, a Lei do SeAC. O número de canais brasileiros de espaço qualificado (CBEQ) - canal programado por programadora brasileira, que veicule, no horário nobre, obras audiovisuais brasileiras de espaço qualificado em mais da metade de sua programação – cresceu significativamente até o final de 2012.

Foram seis novos canais, sendo cinco deles programados por programadoras brasileiras independentes (CBEQI). Veja a tabela abaixo. Os canais SB são os super brasileiros - CBEQI com veiculação mínima diária de 12 horas de conteúdo audiovisual brasileiro produzido por produtora brasileira independente, três das quais em horário nobre - e os SBsR são os super brasileiros que não são controlados, controladores ou coligados a emissora de TV aberta.

Quantidade de Canais de Programação conforme Classificação publicada pela Ancine

Data de publicação da classificação: 31/08/2012 08/01/2013
CBEQ 13 19
CBEQI 7 12
SB 4 4
SBsR 3 3

O estudo aponta ainda aumento substancial na quantidade de conteúdo brasileiro veiculado na TV paga. O número de horas dedicadas ao conteúdo nacional em um conjunto de 17 canais de espaço qualificado com predominância de conteúdo estrangeiro mais que dobrou em 2012, passando das 336 horas mensais, contra pouco mais 144 horas no mês de janeiro daquele ano.

Concentração

Um dado interessante do Informe de Acompanhamento de Mercado é a concentração na área de programação no Brasil. Considerando apenas os Canais de Espaço Qualificado (excluindo, portanto, canais de jornalismo, esportivos e os chamados étnicos) o maior grupo de mídia atuando no Brasil em termos de número de canais é a Time Warner (Turner), com 28 canais, seguida da Globo, com 15 canais. Na soma dos assinantes dos canais, Time Warner e Globo também lideram, nesta ordem. Este número é relevante porque as programadoras são remuneradas de acordo com o número de assinantes e por canal.

O informe de acompanhamento traz os resultados de um monitoramento das grades de programação de 20 canais selecionados. Sendo 18 Canais de Espaço Qualificado (AXN, Cinemax, HBO, HBO Family, HBO Plus, Maxprime, Megapix, Multishow, Sony, Telecine Action, Telecine Cult, Telecine Fun, Telecine Pipoca, Telecine Premium, Telecine Touch, TNT, Universal Channel, Warner Channel), um Canal Brasileiro de Espaço Qualificado (GNT) e um Canal Super Brasileiro (Canal Brasil). Entre estes canais, o que destina mais tempo da programação a televendas e informeciais é o HBO Plus, seguido do AXN e do Universal Channel.

Ainda neste grupo de canais, o estudo aponta que o Universal Channel e o Warner Channel são os canais que mais apresentam programação estrangeira, que ocupa, respectivamente, 0,2% e 0,5% do tempo da grade. Já o Canal Brasil e o Multishow são os mais brasileiros, dedicando, respectivamente, 98,6% e 83% do tempo à programação nacional.

Os canais que mais exibiram longas metragens brasileiros em 2012 no universo estudado foram o Canal Brasil, com 762 filmes brasileiros, de um total de 789; o Telecine Pipoca, com 33 longas nacionais, de 710 exibidos; e Telecine Premium, com 31 nacionais, de 471 longas exibidos no ano.
O longas brasileiros mais repisados em 2012 foram “Tropa De Elite 2 - O Inimigo Agora É Outro”, com 69 exibições, e “Muita Calma Nessa Hora”, com 50 exibições.
O Informe de Acompanhamento de Mercado de TV Paga está disponível no OCA.

Fonte: Exame

Oi investe em Operações para ampliar patamar de qualidade

A Oi está investindo na capacitação interna e fortalecendo o foco na área de operações para mudar o patamar de qualidade, seguindo o novo cenário de mudanças estruturais na companhia. A Oi acabou de finalizar um novo desenho da gestão da planta interna (centrais de telecomunicações, equipamentos de transmissão, plataformas de dados, equipamentos da rede móvel, entre outras atividades), com um movimento de internalização de trabalhadores especializados. Nesse processo de internalização, a companhia concluiu a admissão no final de junho de cerca de 4,4 mil profissionais. Toda a Operação e Manutenção dos Equipamentos passam a ser geridos e operados por funcionários próprios da Oi.

“A companhia está focando grande parte de seus esforços em capacitação e especialização de profissionais de uma das áreas mais relevantes da estrutura de operações, que é a planta interna. O objetivo é investir nos recursos que assegurem e sustentem um grande movimento de melhoria de qualidade”, disse o diretor de Operações de Rede, José  Claudio Moreira Gonçalves. Com a internalização, haverá também aprimoramento na gestão e controle da operação de campo Oi, manutenção e gerenciamento de rede.

O movimento de capacitação interna confirma as diretrizes que têm sido dadas por Zeinal Bava. Em reuniões no Centro de Gerenciamento de Rede da Oi e em comunicados internos, o novo presidente da Oi  tem enfatizado que a tecnologia é  fundamental para a transformação da companhia e vem destacando a importância do foco em Engenharia, Operações e TI, como sendo estrutural para o sucesso do setor de telecom.

O novo desenho de gestão da planta interna representa mais um passo na direção estratégica traçada pela Oi para alcançar novo patamar de qualidade com diversas ações estruturantes. Entre as iniciativas estão o fortalecimento das estruturas administrativas regionais com mais autonomia.
Na semana passada o novo presidente da Oi, Zeinal Bava, iniciou uma jornada de trabalho de campo nas Regionais reforçando este posicionamento. Tendo como ponto de partida São Paulo, Zeinal passou ainda por Brasília e Pernambuco. Nas regionais se reuniu com colaboradores locais para ouvir, alinhar, estar próximo e compartilhar um pouco da sua visão de mudanças, onde a melhoria constante da qualidade terá papel de destaque.

Outro esforço grande está sendo feito na melhoria dos canais de venda, com a abertura de lojas próprias, expansão de franquias e reforço das unidades de negócio, do segmento corporativo, empresarial e varejo. Todo esse movimento tem como meta tornar a empresa mais robusta e presente nos mercados locais, assegurando maior proximidade com seus clientes e fazendo uso da grande capilaridade que a companhia detém no país.

Fonte: Agência IN

Brasil alcança 265,52 milhões de acessos móveis em maio

O Brasil fechou maio de 2013 com mais de 265,52 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 134,24 acessos por 100 habitantes. Em maio, foram registradas 974,29 mil novas habilitações, o que representa um crescimento de 0,37% na base de assinantes em relação a abril. No quinto mês do ano, havia 211,5 milhões (79,65%) de acessos pré-pagos e 54,02 milhões pós-pagos (20,35%). A banda larga móvel totalizou 74,13 milhões de acessos, dos quais 105,25 mil são terminais 4G. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A consolidação dos números mensais do serviço móvel está disponível na aba "Anatel Dados". Por meio dos diferentes relatórios, o usuário poderá realizar pesquisas e cruzamentos conforme seu interesse. Os relatórios publicados refletem os dados disponíveis em 5 de julho de 2013 e podem sofrer alterações.

A teledensidade avançou 0,31% (subiu de 133,83, em abril de 2013, para 134,24, em maio de 2013). No quadro abaixo é apresentada a teledensidade do Serviço Móvel Pessoal (SMP) nas 27 Unidades da Federação e nas cinco regiões do País.

Fonte: Agência IN

quarta-feira, 3 de julho de 2013

A tentação das redes Wi-Fi abertas e os riscos para seus dados

Você provavelmente já leu ao menos um artigo alertando para os perigos inerentes ao uso de uma conexão Wi-Fi pública, então sabe que os malfeitores são capazes de interceptar as informações que trafegam por estas redes. É relativamente fácil capturar informações “sensíveis” trafegando na vasta maioria dos hotspots públicos - em locais como cafés, restaurantes, aeroportos e hotéis, entre outros, e obter endereços de e-mail, senhas e ler mensagens não criptografadas, e até se apossar de informações de login em sites populares.

Mas não há forma mais eficiente de entender o perigo do que presenciar uma interceptação em tempo real. Portanto, fui até um café na minha vizinhança disposto a “bisbilhotar” para ver o que conseguiria encontrar. Minha intenção não era “hackear” o computador ou smartphone de ninguém - isso é ilegal. O que fiz é similar a escutar a conversa entre dois radioamadores ou pessoas usando um walkie-talkie na vizinhança. Assim como estes aparelhos, as redes Wi-Fi operam em frequências de rádio públicas que podem ser “sintonizadas” por qualquer um nas proximidades.

Ao chegar no café abri meu notebook e comecei a capturar os dados trafegando pela rede Wi-Fi, tecnicamente chamados de “pacotes”, usando uma versão de demonstração gratuita de um software para análise de redes Wi-Fi. Os pacotes surgiam na minha tela em tempo real, muito mais rápido do que eu poderia ler, então parei a captura após alguns minutos pra ver o que havia “caído na rede”.

Primeiro procurei por pacotes contendo código HTML, para ver quais sites os outros usuários do hotspot estavam visitando. Embora eu tenha visto atividade dos outros clientes, não capturei nada muito interessante. Então visitei meu próprio site, www.egeier.com, em meu smartphone. Os pacotes “brutos” com código HTML pareciam “lixo”, mas o analisador de rede foi capaz de reconstruir a informação e exibí-la como uma página web comum. A formatação estava um pouco errada, e algumas imagens estavam faltando, mas ainda assim o resultado continha informação suficiente.

Ao usar meu notebook para me conectar ao meu próprio servidor FTP, consegui capturar os pacotes contendo meu nome de usuário e senha. Detalhes que permitiriam que qualquer malfeitor nas redondezas ganhasse acesso ilimitado aos meus sites.

Os computadores não são os únicos adequados a esse tipo de espionagem. Também rodei um app chamado DroidSheep em um smartphone Android com “root”. Este app pode ser usado para ganhar acesso a contas em serviços web populares como o GMail, LinkedIn, Yahoo e Facebook.
Felizmente há formas de proteger sua atividade online enquanto você está por aí com seu notebook, tablet ou smartphone. Veja algumas para se manter seguro

1) Sempre que fizer login em um site, certifique-se de que a conexão é criptografada. A URL da página de login deve começar com HTTPS em vez de HTTP.

2) Certifique-se de que a conexão continue sendo criptografada durante toda a sessão. Alguns sites, entre eles o Facebook, criptografam o login mas depois lhe redirecionam para uma sessão insegura, deixando-o vulnerável às práticas que já descrevemos.

3) Muitos sites lhe dão a opção de criptografar toda a sessão. No Facebook você pode fazer isso habilitando o item Navegação Segura em Configurações de Segurança. Uma boa forma de garantir estes três primeiros itens é usando uma extensão para o navegador como a HTTPS Everywhere da Electronic Frontier Foundation, que força automaticamente o uso de conexões HTTPS sempre que possível.

4) Ao checar seu e-mail, faça o login usando o navegador e certifique-se de que a conexão é criptografada. Se você usa um cliente de e-mail como o Outlook, verifique as configurações veja se a criptografia está habilitada nas contas POP3, IMAP e SMTP.

5) Nunca use o FTP, ou outros serviços que você sabe que não são criptografados

6) Para criptografar sua navegação web e outras atividades online, use uma VPN (Virtual Private Network - Rede Virtual Privada).

Fonte: ComputerWorld

IBM Brasil e Systax fazem parceria em inteligência de dados fiscais

A Systax Sistemas Fiscais, empresa de inteligência fiscal especializada em legislação tributária, e a IBM Brasil estão anunciando uma parceria de negócios para criar uma solução de inteligência de dados fiscais que, segundo ambas, deve acelerar consideravelmente o tempo do planejamento logístico dos clientes.

A parceria foi criada para minimizar o impacto que as regras tributárias e os custos logísticos ocasionam diretamente no resultado operacional das empresas. Ela envolve a combinação do banco de dados com 1 milhão de regras tributárias da Systax com a tecnologia de otimização logística de última geração da IBM. O foco é a crescente necessidade das empresas clientes de enfrentar, com o uso da tecnologia, os desafios do setor logístico,  otimizando processos e reduzindo custos nas cadeias de produção e de distribuição.

As empresas apostam em atacar dois importantes itens que impactam os negócios dos clientes: o complexo sistema tributário brasileiro e os custos existentes na cadeia de suprimentos. Os clientes das duas empresas serão beneficiados com a única solução do mercado que permite considerar os custos logísticos e tributários integradamente, contando com o poder da otimização matemática e a base de dados com as regras tributárias brasileiras, que totalizam 1 milhão de regras atualizadas pela Systax diariamente.

“A solução que soma as expertises da IBM e da Systax vai garantir ao cliente logístico a preparação de um estudo para uma análise estratégica em 4 horas, redução do custo logístico em até 30%, ganho fiscal de 4% do faturamento, redução de 66% da ruptura de estoque, redução do tempo de planejamento de 1 semana para 8 horas e visibilidade de todos os gargalos de produção e distribuição”, garante o Smarter Commerce Sales Specialist da IBM Brasil, Antônio Carlos Martos.

Para a Systax, a parceria com a IBM representa uma importante oportunidade de gerar resultados aos clientes a partir da combinação de diferentes competências.  “A expertise fiscal da Systax, que permite gerar e manter a atualização das tabelas de tributação para os mais diversos cenários de operação, segmentos econômicos e mercadorias, ganha um novo sentido quando aplicado no contexto de planejamento estratégico de custos - o que foi viabilizado pelo software da IBM”, aponta o sócio diretor da Systax, Jerson Prochnow.

De acordo com as associações do setor, como a Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) e a Abradisti (Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação), o segmento de Tecnologia da Informação apresenta crescimento significativo nos últimos anos e projeta para o País expansão entre 6% e 9% em 2013 no setor logístico brasileiro.

A Systax Sistemas Fiscais acompanha diariamente as mudanças da legislação tributária para garantir a atualização constante dos parâmetros fiscais nos diversos ERPs e sistemas fiscais. Também valida as informações tributárias constantes da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), permitindo a correta geração do SPED. Para tanto, mantém uma base de dados com 1 milhão de regras fiscais estaduais, federais e municipais, abrangendo ICMS, ICMS-ST, PIS, COFINS e IPI.

Fonte: ComputerWorld

terça-feira, 2 de julho de 2013

Anatel aplica três multas à Telemar Norte Leste

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) multou hoje a empresa Telemar Norte Leste em R$ 84,3 milhões.

Segundo a Anatel, a operadora descumpriu, entre outras exigências, metas de qualidade na prestação de telefonia fixa e praticou cobrança indevida por serviços prestados.

A empresa, que pertence ao Grupo Oi, ainda recebeu outras duas multas do órgão regulador, uma de R$ 27,5 mil e outra de R$ 37 mil, ambas aplicadas na filial do Rio de Janeiro.

A Anatel também multou hoje a Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel). A operadora foi punida em R$ 8 mil por violar exigência prevista no Regulamento do Serviço de Comunicação Multimídia

As decisões da Anatel estão em despachos publicados na edição de hoje do Diário Oficial da União.

Fonte: Exame